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Dinastia Sarney – Até quando, Brasil?

Vou perder minutos preciosos de minha vida escrevendo sobre a política “deste País”… Um dos primeiros posts deste Blog foi justamente sobre a nova posse de José Sarney (o verdadeiro Justo Veríssimo – perdoe-me Anísio) à Presidência do Senado…

E agora, lendo, vendo e ouvindo tanto sobre estes “monarcas”, pergunto, mais uma vez: Até quando seremos reféns de Coronéis e Monarcas, comandando seus Sertões e seus Castelos?

sarney5Sensacional a matéria de capa da Revista Veja desta semana, citando o artigo 5º da Constituição Brasileira na sequência de um anúncio: “Nós, as pessoas comuns, lembramos aos senhores feudais de Brasília que: ‘TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA’.

Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os “comuns”, nós, e os “incomuns”, a quem tudo se permite, eles.

Entenda o caso:
(ou clique aqui para ler a reportagem na íntegra)
Após uma série de denúncias contra o senador-presidente da casa, Lula, o presidente “deste País”, joga-lhe a bóia:
“O senador tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum”, disse o presidente. E continuou: “Não sei a quem interessa enfraquecer o Poder Legislativo no Brasil. Quando o Congresso foi desmoralizado e fechado, foi muito pior para a democracia”. Não satisfeito, acrescentou: “Eu sempre fico preocupado quando começa no Brasil esse processo de denúncias, porque ele não tem fim e depois não acontece nada”. Ao afirmar que Sarney merece um tratamento diferenciado, o presidente atropelou o preceito constitucional expresso no artigo 5º, que estabelece a igualdade de todos perante a lei. “Lula foi absolutamente infeliz. Reforçou a ideia de que um é melhor do que o outro. Restabeleceu a lógica do ‘você sabe com quem está falando?’. Bateu de frente na Constituição e no princípio basilar da democracia”, resume o historiador Marco Antonio Villa.

Na véspera da declaração de apoio de Lula, o senador “incomum” subiu à tribuna. Em um discurso de pouco mais de meia hora, disse que a crise não é dele, mas de todo o Senado, e que não aceita ser julgado por questões menores, o que é uma “falta de respeito para quem tem mais de cinquenta anos de vida pública”.

E ainda sou obrigado a todo momento ouvir falar de estudantes se confrontando com a polícia por estarem tomando posse de reitorias…

AH! VAMOS PINTAR A CARA DE NOVO, PÔ!

Até quando seremos reféns de Coronéis e Monarcas, comandando seus Sertões e seus Castelos?

Até quando?

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